Um perigo para viciados em papelaria e arte: Festival Plana

Não estava nos meus planos, eu juro. Mas saí do Pavilhão da Bienal no Ibirapuera com uma sacolinha cheia de amor. Para quem tem medo de entrar na papelaria e nunca mais parar de folhear páginas, respirar fundo pra sentir o cheiro de recém impresso e brilhar os olhos com as infinitas paletas de cores…. ah! o Pavilhão está cheio de armadilhas.

É a perigosa Plana Festival Internacional de Publicações de São Paulo. O tema “Fim do mundo” cai bem com as atuais circunstâncias, mas o conteúdo das mesinhas espalhadas pelo térreo e mezanino dão mais vontade de viver. Quantos anos são precisos pra dar conta de sentir, ler e apreciar tudo aquilo? Sem saber bem, vamos às compras!   Olha só alguns trabalhos:

Essa é a Mayara Yamada, do Pará para o RJ e em São Paulo, para a Plana! E do lado dela, um pedacinho do Caudalosa, publicação que ela fez com fotos e relatos trabalhados durante 1 ano que esteve longe de sua terra natal: 
  

Mesa Venus Press, com minas talentosas de diversos locais do BR! Elas estão lá pros lados dos zines:
Adesivos pra espalhar na casa e colar na cara dos amigos:

SP, nós e a Plana, estamos como? Perigosas ❤ Essa arte linda é da Pokegiu
 

Lembrando que o “Fim do mundo” dura até este domingo, ainda dá tempo de comparecer no evento. Entrada gratuita, hoje (18) 11h às 20h e amanhã (19 de março) das 11h às 18h.


A PLANA
Era Feira, e já na quinta edição passa a acontecer na Bienal e conta com um novo espaço cultural, a Casa Plana, para a extensão de suas atividades. É sob o mote “Fim do Mundo” que a Plana irá fomentar projetos não só no âmbito da cultura gráfica, mas também inspirar ideias políticas e sociais por meio de debates, oficinas e palestras que ocuparão todo o térreo e mezanino do icônico Pavilhão Ciccillo Matarazzo em março de 2017.

Este ano a Plana tem 150 expositores de diversos países e uma programação intensa, assinada por Bia Bittencourt, Piseagrama e Thyago Nogueira, da Revista Zum.

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