Encontrei o relato dela nesta rede mundial de computadores e me apaixonei. O filho fez o convite e propôs os desafios. A viagem para a África do Sul não seria só mais um roteiro pacato. “Fizemos o Safari do Kapama. Escolhemos o Safari, principalmente por ser proibido caça”, lembra ela. A dupla foi a Cape Town, Hoedsptuit e Joanesburgo e em cada ponto, uma superação. “Fizemos a trilha de Lions Head, pelo lado direito que é o mais difícil. Eu fui até meu limite. Meu filho foi mais pra cima”, conta ela, que sempre teve muito medo de altura.
Além de me contar que a comida tem um bom preço, a dupla destacou a qualidade da bebida que é marca nacional: os vinhos. Esse é um dos detalhes que chamam a atenção de turistas e Sônia confirma que vale a pena também pelos valores. “Os brasileiros que fazem intercâmbio lá, escolheram por ser mais barato”, lembra.
A comida ficou inclusa na estadia dos dois durante o Safari. “São os dois safari, hospedagem e alimentação. E comida é o que não falta. Muito frutos do mar nas duas cidades. Comida de todos os gostos, japonesa, italiana, portuguesa. Come-se muito bem”, lembra ela sobre o pacote que fechou no passeio.
A viagem dos dois foi no último trimestre o ano, mas Soninha lembra que a temperatura era bem amena. “Fez sol, mas com um friozinho como aqui no sul.
Tem que levar casaco. No Safari foi onde pegamos mais frio. Já Cape Town só à noite o friozinho de praia e Joanesburgo pegamos chuva e muito vento”, conta.
Já deu vontade de embarcar, né? A dica da dupla para quem vai se jogar por lá é: pesquisa e mais pesquisa. Eles, por exemplo, ficaram de olho em voos na Internet, mas acabaram conseguindo um pacote mais em conta em agencias especializadas em viagem. Os hotéis foram garimpados pelo Booking. “Mas meu filho fez muitas pesquisas nos blogs de viagens. Inclusive o Guia de Joanesburgo”, explica Sônia.
Muita, mas muita história pra conhecer. Vale a visita”, afirma ela, que arremata: “E vencendo meus medos!”.
Depois de um longo papo e de muitas dúvidas tiradas com a Soninha, eis que ela volta a mandar mensagem para essa repórter. “Oi. Só lembrei que a vacina contra febre amarela é obrigatória e muito cobrada nos aeroportos. No mínimo 10 dias antes da viagem. Mas vale tomar logo, pois a validade é de 10 anos”. Dica de mãe é coisa séria. Anotei e já tomei a minha.

