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Nada menos do que cinco vinícolas africanas em GIFs, fotos e dicas!
*Trilha sonora pra ler esse texto: vinho caindo na taça e essa música*
Nada menos do que cinco vinícolas visitadas em um dia. Nessa estrada sul-africana que venho explorando no intercâmbio, algumas coisas vão marcar mais do que as outras. O domingo, dia 9 de julho, foi um desses dias inesquecíveis. Talvez tenham sido as dezenas de taças. Mas eu aposto muito mais nas boas companhias de gringos queridos, um guia apaixonado pelo que faz e os especialistas acompanhando as degustações! Embarquei nesse roteiro com o melhor dos vinhos sul africanos nas primeiras horas da manhã e o curti o dia todinho nele.
Para aquecer corações, a Agência Planeta África embarca os visitantes em um van que passa pelos bairros de renomadas vinícolas de Cidade do Cabo, até algumas preciosidades menos exploradas pelos turistas. Blusas e cachecol a postos, nada que o país do vinho, com 300 anos de tradição nesta cultura, não possa tornar charmoso e uma excelente desculpa para degustações inverno à dentro.
- 1. Aprendendo a degustar
Uma outra explicação que vi é histórica. Pros curiosos, tá no blog da importadora Wine no texto “Por que girar a taça de vinho?“.
- 2. Não esqueça de se aquecer nesse inverno
O tour inclui várias harmonizações (conto + ali embaixo) e refeições completas! Esse almoço com caldo foi tudo que às deusas! Como a gente começa a beber cedo, lá pras 9h30 eu já tava pra lá animada haha. Foi ótimo comer essa espécie de sopinha com pão e salada. Se for passar o dia nesse rolê, confira se tem alimentação inclusa, ein? Vai por mim.
- 3. Tipo profissional
- 4. Variedade sem fim para harmonizar também
- 5. Se isso não é fechar com chave de ouro…
Esqueça, intercâmbio não é sobre inglês
É muito mais do que inglês. Não foi por isso que eu vim para a África do Sul. É estar disposto a estar completamente vulnerável. Ridículo. Confundir chicken com kitchen e pedir a chave do frango na recepção. (?) Ser gente é ser ridículo. Ridiculous. Nunca amei tanto os cognatos. Pega agora um ‘frightened’, ‘answerable’. Qual é a necessidade disso, gente???
Deve ser a do crescimento. É a humildade de ter que fazer mímica pro moço da pizzaria querendo entender se tem muita pimenta naquele sabor ou se dá pra encarar. É ele dar risada quando a gente dá a primeira mordida e percebe que ou a mímica foi ruim ou ‘chili’ não é a mesma coisa em todos os países. E NÃO É. Remember.
Please, one sprite. E vir uma porção de fries. Ser igual criança de novo, tentando juntar as letras pra formar uma palavra e, um dia quem sabe, uma frase completa e com sentido e no tempo verbal correto.
Não é sobre english. Bom mesmo é ver o doutorando consultando o porteiro para saber se falou direito. É reaprender o básico. Lembrar que é um passo de cada vez. Step by step. Restart the game. Thanks God, intercâmbio é só mais um recomeço de tantos. E é tão mais do que ‘só’.
De São Paulo à Cidade do Cabo, meu primeiro dia convertendo Real em Rands
Leve sua mãe para a África do Sul
Encontrei o relato dela nesta rede mundial de computadores e me apaixonei. O filho fez o convite e propôs os desafios. A viagem para a África do Sul não seria só mais um roteiro pacato. “Fizemos o Safari do Kapama. Escolhemos o Safari, principalmente por ser proibido caça”, lembra ela. A dupla foi a Cape Town, Hoedsptuit e Joanesburgo e em cada ponto, uma superação. “Fizemos a trilha de Lions Head, pelo lado direito que é o mais difícil. Eu fui até meu limite. Meu filho foi mais pra cima”, conta ela, que sempre teve muito medo de altura.
Além de me contar que a comida tem um bom preço, a dupla destacou a qualidade da bebida que é marca nacional: os vinhos. Esse é um dos detalhes que chamam a atenção de turistas e Sônia confirma que vale a pena também pelos valores. “Os brasileiros que fazem intercâmbio lá, escolheram por ser mais barato”, lembra.
A comida ficou inclusa na estadia dos dois durante o Safari. “São os dois safari, hospedagem e alimentação. E comida é o que não falta. Muito frutos do mar nas duas cidades. Comida de todos os gostos, japonesa, italiana, portuguesa. Come-se muito bem”, lembra ela sobre o pacote que fechou no passeio.
A viagem dos dois foi no último trimestre o ano, mas Soninha lembra que a temperatura era bem amena. “Fez sol, mas com um friozinho como aqui no sul.
Tem que levar casaco. No Safari foi onde pegamos mais frio. Já Cape Town só à noite o friozinho de praia e Joanesburgo pegamos chuva e muito vento”, conta.
Já deu vontade de embarcar, né? A dica da dupla para quem vai se jogar por lá é: pesquisa e mais pesquisa. Eles, por exemplo, ficaram de olho em voos na Internet, mas acabaram conseguindo um pacote mais em conta em agencias especializadas em viagem. Os hotéis foram garimpados pelo Booking. “Mas meu filho fez muitas pesquisas nos blogs de viagens. Inclusive o Guia de Joanesburgo”, explica Sônia.
Muita, mas muita história pra conhecer. Vale a visita”, afirma ela, que arremata: “E vencendo meus medos!”.
Depois de um longo papo e de muitas dúvidas tiradas com a Soninha, eis que ela volta a mandar mensagem para essa repórter. “Oi. Só lembrei que a vacina contra febre amarela é obrigatória e muito cobrada nos aeroportos. No mínimo 10 dias antes da viagem. Mas vale tomar logo, pois a validade é de 10 anos”. Dica de mãe é coisa séria. Anotei e já tomei a minha.
Klift Kloft Stil: Castelo Rá-Tim-Bum abre as portas!
Adelaide!!! Cuidado, ela começa a falar do nada…nesse cenário, pode te dar um susto e tanto.
Mas, gente, e o quarto do Nino?
Lá tem MUITO MAIS! Não vamos estragar a surpresa de vocês, né? Mas lembre-se, não adianta forçar a porta. Só entra quem responder a senha do porteiro, sim senhor!Máôe – visitamos a exposição ‘Silvio Santos vem aí’!
Um perigo para viciados em papelaria e arte: Festival Plana
Não estava nos meus planos, eu juro. Mas saí do Pavilhão da Bienal no Ibirapuera com uma sacolinha cheia de amor. Para quem tem medo de entrar na papelaria e nunca mais parar de folhear páginas, respirar fundo pra sentir o cheiro de recém impresso e brilhar os olhos com as infinitas paletas de cores…. ah! o Pavilhão está cheio de armadilhas.
É a perigosa Plana Festival Internacional de Publicações de São Paulo. O tema “Fim do mundo” cai bem com as atuais circunstâncias, mas o conteúdo das mesinhas espalhadas pelo térreo e mezanino dão mais vontade de viver. Quantos anos são precisos pra dar conta de sentir, ler e apreciar tudo aquilo? Sem saber bem, vamos às compras! Olha só alguns trabalhos:
Lembrando que o “Fim do mundo” dura até este domingo, ainda dá tempo de comparecer no evento. Entrada gratuita, hoje (18) 11h às 20h e amanhã (19 de março) das 11h às 18h.
A PLANA
Era Feira, e já na quinta edição passa a acontecer na Bienal e conta com um novo espaço cultural, a Casa Plana, para a extensão de suas atividades. É sob o mote “Fim do Mundo” que a Plana irá fomentar projetos não só no âmbito da cultura gráfica, mas também inspirar ideias políticas e sociais por meio de debates, oficinas e palestras que ocuparão todo o térreo e mezanino do icônico Pavilhão Ciccillo Matarazzo em março de 2017.
Este ano a Plana tem 150 expositores de diversos países e uma programação intensa, assinada por Bia Bittencourt, Piseagrama e Thyago Nogueira, da Revista Zum.
Programas de pontos dão bônus para você viajar nesta ‘semana da mulher’
Casal se dedica a formar palhaços para trabalho voluntário há 16 anos





















































