Leonardo Custódio e Maria Carmen lançaram neste ano o Território do Café 33, complexo cafeeiro na Região Vulcânica. O espaço vai oferecer serviços dentro e fora da porteira.
A cidade de Campestre (MG) ganhou, neste ano, um complexo cafeeiro. A Território do Café 33 é a nova empresa de Leonardo Custódio e Maria Carmen. O casal criou não só uma marca de cafés, mas também um espaço para valorizar os cafés da Região Vulcânica.
O lançamento aconteceu em março deste ano e a empresa já está prestando serviços para diversos setores, especialmente a produtores.
A Território do Café 33 foi lançada como um complexo cafeeiro por englobar diferentes serviços. Eles vão desde a porteira para dentro até a torra e comercialização de pacotinhos ao consumidor.
O que é e o que oferece um complexo cafeeiro?
Entre os serviços que o complexo vai oferecer estão alguns como:
Consultoria em fermentação de cafés.
Preparo e beneficiamento de cafés.
Avaliação e compra de grãos verdes.
Torra para produtores e marcas terceirizadas.
Venda de pacotes de café torrado ao consumidor final.
Desde o início, a ideia principal dos fundadores era selecionar e torrar grãos os cafés especiais da Região Vulcânica. Por isso, a marca própria de pacotinhos também carrega o ‘Território do Café’ em seu nome.O objetivo é lembrar que quem fornece os cafés são produtores da região, formada por 12 municípios mineiros e paulistas.
Já o número 33 veio porque foi nessa idade que Léo teve uma virada de chave na vida. “Eu tinha uma trava que me bloqueava. Era muito tímido. Mas com 33 anos eu desbloqueei, porque ganhamos dois prêmios no Cup of Excellence (COE). Então, o Júlio Tuim me chamou para fazer uma palestra sobre fermentação, em Franca”, contou ele.
O casal Leo Custório e Maria Carmen lançaram a Território do Café 33 este ano.
O COE é uma das principais premiações de café do mundo. Com a equipe da Mantissa, Leo se destacou nesse e outros concursos por diversas vezes. Mas, somente depois que precisou encarar o público, ele conquistou a confiança para tomar as rédeas de sua carreira.
Com apoio de Maria Carmen e conselhos de amigos próximos, Leo superou a barreira da timidez e passou a participar de eventos por todo o país.
O Léo já é figurinha conhecida no mercado de café há tempos. Classificador e provador profissional, ele também já foi juiz em diversas competições e atua na qualidade de cafés do campo à xícara.
Além de consultor, Leo trabalhou por mais de 15 anos na AgroFonte Alta, grupo ao qual a Fazenda Mantissa pertence.
Nestes anos de trabalho, ele se tornou uma referência nos processos de produção e pós-colheita, principalmente fermentação dos grãos.
Ao lado da companheira, Maria Carmen, Leo criou a Território do Café 33 há oito anos. Neste tempo, eles desenvolveram o projeto com calma e apenas agora, em 2025, decidiram lançá-lo de vez, já como complexo cafeeiro e como marca própria de café especial.
Agora, o complexo segue unindo a trajetória pessoal de Léo com o que o trabalho coletivo de todo o território.
Quer receber as novidades do café?
Processando…
Sucesso! Você está na lista.
Ops! Houve um erro e não foi possível processar sua assinatura. Recarregue a página e tente novamente.
Monte Belo: cidade com cafés especiais e potencial pra crescer na área.
frutas vermelhas, como morango e amora. e imaginar que isso tudo estava no café especial de Monte Belo. nas notas da bebida que a família que eu visitei produziu!
lá no alto de 1.200 metros de altitude, as lavouras da família Adolfo venceram o 3º Concurso de Qualidade da Apcemb, a Associação dos Produtores de Cafés Especiais de Monte Belo e Região. foi com esses produtores que eu fiz um pequeno tour, e vou contar agora o que vi:
o café especial em Monte Belo
o município fica na região do Sudoeste de Minas. e, há cinco anos, os produtores se uniram para focar no que muito me interessa: café especial em Monte Belo.
foi por causa do trabalho da Apcemb que eu fui fazer esse pequeno tour pela cidade! Monte Belo faz divisa com outros municípios conhecidos pela cafeicultura, como Cabo Verde, cidade que eu conheço e adoro!
se tem uma coisa que eu amo é viajar para novos lugares. por isso, topei na hora conhecer Monte Belo. lá, acompanhei o concurso e também consegui conhecer a propriedade, vejam só, da família que acabou vencendo a premiação!
sou pé quente sim, e essa história vai provar:
Luz da Serra: café especial feito em família
a produtora que me buscou na rodoviária e me levou para conhecer Monte Belo foi a Bianca Caldas Adolfo! entusiasta dos cafés especiais por ali, conhecer ela me ajudou a ver porquê a cafeicultura de Monte Belo está crescendo.
a família dela cultiva cafés de alta qualidade na Serra Escura, bairro local. e nas alturas: o ponto mais elevado ali gira em torno de 1.200 metros. de lá, saiu o café natural vencedor da Apcemb (85,25 pontos na escala da SCA) e o vice-campeão em Cabo Verde (com 86,68 pontos).
Foto: acervo Bianca Caldas
“Se eu conseguir vender as sacas da minha família a um preço melhor, já será uma realização”, contou ela, que aposta e trabalha pelo café especial na região.
mas quando era mais nova, a Bianca não se interessava por cafeicultura. só depois, trabalhando com lingeries, outro setor importante para Monte Belo, que ela despertou para o potencial dos cafés especiais.
em uma das reuniões com o Sebrae, Bianca ouviu sobre o incentivo para produtores se unirem visando qualidade.
“quando ouvi que iam criar uma associação para cafeicultores, pensei na hora no meu pai. falei que também tínhamos interesse de participar. dali para frente, fui aprendendo sobre a qualidade e que trabalhar com cafés especiais poderia ser melhor inclusive financeiramente”.
a Bianca é filha do José Gervásio Adolfo e da Roseli Caldas Adolfo, e irmã da Letícia Conceição Adolfo. os pais sustentaram a família com o trabalho no campo. porém, até poucos anos atrás, não tinham ainda seu próprio pedaço de terra.
só quando começaram programas governamentais de incentivo a compra de terras por pequenos agricultores é que a família decidiu tentar dar esse passo. a compra acabou saindo de forma direta e é até hoje motivo de orgulho para eles.
Foto: acervo Bianca Caldas
“foi com muito esforço, e ajuda que ele agradece até hoje, que meu pai comprou nossa lavoura. incluindo o ponto mais alto de onde veio o café que ganhou o concurso”, disse ela.
a Bianca, que também trabalha com pedagogia, me contou que a família já criou uma marca para seu café. é o Luz da Serra! “esse nome é porque os tesouros vem de onde há luz”, me contou ela.
a família segue produzindo nas alturas e secando os cafés no terreiro que fica em frente à casa. tudo feito com cuidado e trabalho coletivo, inclusive os processos pós-colheita. e assim é com a maioria dos agricultores da associação.
Produtores de Cafés Especiais de Monte Belo e Região
em apenas cinco anos de existência, a Apcemb, já tem uma estrutura que me surpreendeu. a sede da associação fica no centro da cidade e já conta com salas de prova e de seleção dos cafés, torradores de amostra, sala de reunião… um baita capricho!
sede da Apcemb: bom demais ver produtores investindo em qualidade e em conhecer seus próprios cafés. fotos: Thais Fernandes
e com a orientação do Sebrae, os agricultores tem se envolvido em cada etapa da construção dessa marca deles. a grande vantagem da associação, pra mim, está justamente na marca que eles criam juntos. assim, quando o café de um produtor da Apcemb é exportado, ou ganha um prêmio, todos eles são elevados juntos.
foi sobre isso que eu falei durante a cerimônia de premiação deles. Fui lá na frente pra parabenizar a organização e o trabalho coletivo. porque eu vejo, na prática, como isso funciona!
eu e a Bianca durante a minha visita ao cafezal dela & família! foto: Thais Fernandes
como eu disse no evento:
quando um produtor da cidade tem um café reconhecido, todo mundo ganha. Porque o consumidor vai lembrar “o café de Monte Belo é incrível”. e sempre que ver um outro café com essa mesma origem, a tendência é confiar na qualidade!
por isso, fazer o marketing e comunicar o que se está produzindo é tão importante. e isso a própria cerimônia de premiação já mostrou. nesse ano, o concurso cresceu e eles apostaram em tornar o evento uma festa para a cidade como um todo. na minha opinião um grande acerto!
além do anúncio dos campeões, o concurso também teve um cupping para quem quisesse experimentar os cafés finalistas. fotos: Thais Fernandes
hoje, a Apcemb tem 22 associados que produzem em 16 propriedades diferentes. como o nome já diz, os agricultores são tanto de Monte Belo quanto de municípios próximos.
o café da família Caldas Adolfo, por exemplo, fica no bairro da Serra Escura, um lugar bem pertinho da divisa de Monte Belo e Cabo Verde. e é com as imagens lindíssimas do sítio deles que eu fecho esse texto, cheia de vontade de encontrar cada vez mais cafés de Monte Belo nas minhas andanças por aí!
Monte Belo: e coloca BELO nisso! (tunduntssss). Foto: acervo Bianca Caldas
bônus: dúvidas sobre café especial e Monte Belo
quais são os cafés especiais?
caiu de paraquedas aqui e quer saber o que são os cafés especiais? te explico! existem diferentes categorias de qualidade de café. o café especial é aquele produzido de forma sustentável, incluindo ambientalmente e socialmente.
na definição de café especial também é preciso que esses grãos tenham nota acima de 80 pontos na escala que vai de zero a 100 pontos e foi criada pela SCA (sigla em inglês para Associação de Cafés Especiais).
idealmente, esses grãos especiais também devem seguir outros critérios, como rastreabilidade. isso quer dizer que quando chegar ao consumidor, a gente ainda precisa saber a origem daquele café, quem produziu, onde e quando.
onde fica Monte Belo?
Monte Belo fica próximo a cidades como Poços de Caldas e Alfenas. o município faz parte da região do Sul de Minas. já em termos de café, as regiões reconhecidas são Sudoeste de Minas (que Monte Belo faz parte) e Região Vulcânica (bem próximo).
Qual região de Minas tem o melhor café?
pergunta de 1 milhão de dólares! e a resposta, claro, não existe. qual região de Minas tem o melhor café vai depender de qual o tipo de café que cada consumidor busca. além disso, são tantos detalhes que influenciam um café especial que, também se alternam os vencedores de prêmios de qualidade.
o fato é que Minas Gerais é o estado que mais produz cafés no Brasil. só os mineiros produziram cerca de 29 milhões de sacas de 60 quilos em 2023. o dado é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
quer acompanhar mais viagens como essas? posto bastante no instagram @tha.experimentando! também pode ser que você curta a newsletter que envio de quando em quando> assine as Notas Experimentais aqui ó
turismo no Sul de Minas? contei tudo do toru por Andradas. tem cafés especiais de agricultura familiar, vinhos e até um irresistível doce de banana. 😛
turismo no Sul de Minas? é pra já! Andradas tem cafés especiais de agricultura familiar, vinhos e até um irresistível doce de banana.
o Sul de Minas foi feito pra visitar. se achegar. e com um cafézin na mão, então… ahhh. é certeza que a mesa vai estar cheia. mas Andradas é uma cidadezinha dessas que guarda bem mais surpresas.
de agricultura familiar a vinhos e até uma barrinha de doce da banana de lamber os beiços! só de cafeicultura, o município mineiro tem maisde 1.200de pequenas propriedades.
A vista a partir do cafezal da Juliana Lanzani e família.
eu tive a sorte de conhecer algumas famílias ali da região. à convite da Associação da Região Vulcânica, este ano, estive por lá com um grupo de mulheres incríveis. e é o nosso tour que vou deixar registrado aqui. se preparem para fotos de paisagens incríveis e ambientes aconchegantes demais da conta (mais abaixo).
a gente fez um roteiro todo pensado pelo Ulisses Ferreira, que é especialista em comércio justo, o Fair Trade, e tá trabalhando muita na Região.
foi de encher os olhos conhecer a Associação dos Cafeicultores do Bairro Gabirobal, a Acafeg. eles também trabalham com comércio justo. e eu amo demais ver o que pequenos produtos conseguem fazer quando se associam! quem nos recebeu lá foi a querida Aline Benevene Manzoli. também conheci lá a Tamires o seu Domingos, e mais gente querida.
visitamos a lavoura da família Crochiquio, que fica na incrível Serra dos Limas. VALE MUITO A VISTA! eles tem o Café Filhos de José e pensavam em investir em uma pousadinha. eu passaria dias lá, viu? também fomos até a propriedade e casa da Juliana Lanzani, que com a filha tem o @emporiothereza.
e aí, ambas as visitas foi aquela recepção mineira, né mores? comida pra mais de metro. café a rodo… pé de árvore frutífera aqui… docinho pra lá… sol se pondo de babar… só amor. espero que dê pra sacar um pouquinho pelas fotos:
cafés
a Keiko Sato, sempre aprontando!os frutinhos do café… faltava tempo ainda pra maturarem.A família Crochiquio na Serra dos Limas.cafezim na casa da família Crochiquio.a Aline e o pai dela, no terreiro da família, que fica do lado da Acafeg.
aliás, olha que turminha boa que tava nesse tour! além da Keiko, teve a Mari Proença, o Ulisses, e equipes da CaféBras, da Farmly, e da prefeitura de Andradas.
bananinhas em barra
acreditem ou não, uma das coisas que mais AMEI nesse roteiro foram as bananas. no pé também, claro. mas principalmente as que viraram doce. fizemos essa parada na fábrica de bananinhas e fomos tão bem-recebidos. nossa!
o nome da marca é Doces Lopes. e fica ali no bairro de Gabirobal. Ali, acompanhamos o processo para fazer as barrinhas. e, claro, provamos esse doce delicioso. e levamos caixas e caixas pra casa. LITERALMENTE.
essa belezura de cacho é lá da propriedade da Lanzani.Essa é a responsável pela produção desse docim maravilhoso!um sonho se tornando realidade…
comer fruta direto do pé é bom. mas você já comeu doce recém-feito na fábrica? :B
flores, vinhos e tanto mais
a real é que meu foco nesse roteiro foi mesmo no café. mas Andradas tem tanto mais! uma das coisas que me encantou ali é a diversidade. de plantações e possibilidades. entre turismo e esportes radicais, a cidadezinha tem, ainda, muito vinho.
prova disso é a Casa Geraldo. conhecida na região, o lugar tem um espaço lindo de degustação. e o melhor: cercado pelos vinhedos. coisa linda que ainda quero muito vivenciar.
fora isso, descobri esse ano que Andradas tá florescendo. literalmente! a cidade se tornou a maior produtora de rosas do País. tem também muito orquidários que, mais uma vez, sou doida pra visitar! e fotografar, claro.
E você, já visitou Andradas? Tem dicas aqui na região? Conta aqui e no instagram.com/tha.experimentando! Aliás, por lá fiz vídeo contando sobre o café da Tamires, uma das agriculturas dessa terrinha que eu conheci! Vem saber mais (e deixar seu like, né?)
ei, aproveita para assinar minha newsletter 🙂
Processando…
Sucesso! Você está na lista.
Ops! Houve um erro e não foi possível processar sua assinatura. Recarregue a página e tente novamente.
Um pacotinho com o que a Sandra toma na roça. E que eu tomaria o dia todo. Um café para todos os dias.
Uma das maiores alegrias de estar nas Minas Gerais é provar cafés daqui. E conhecer as histórias de quem é da cidade que me acolheu e me fez mineira (pelo menos, metade de mim 😛). Assim foi com o Café Fuca, da Sandra Ribeiro. Cafézim delícia pra tomar o dia todo. Daqueles que você apresenta para quem quer conhecer os grãos de qualidade. A famosa porta de entrada para um mundo cafeinado mais leve!
A produção já está na vida de Sandra há anos. Produtora cultural em Poços de Caldas, foi só depois de anos que ela se entendeu também como produtora rural. “Eu tinha um pouco de vergonha de dizer que era produtora, porque não entendi nada de café”. Mas na lavoura da família, ela já sabia que tinha um tesouro. “Quando comecei a vender o café, eu explicava que era o café que nós mesmos bebíamos, lá na roça. Esse era o slogan”, conta ela sobre quando surgiu o Fuca, lá em 2013.
A roça fica ali, em Cabo Verde, onde ela e a família produzem. “Meu pai começou no café fazendo mudinha. Ele vendia e ia plantando o dele. Meu avô também mexia com café. Mas quando fui aprender sobre qualidade, pensei: onde eu procuro sobre café? Fiquei patinando um pouco”, ela lembra ela. Até hoje o pai, seu Antônio Carlos Ribeiro, é quem cuida da lavoura. E deu pra ela um talhão especial para experimentos. “Sempre que eu conto pra ele algo novo, ele me diz: pode ir lá e fazer! É um espaço para eu testar e é de onde vem os grãos do Fuca”, conta a Sandra.
Nessa época, nascia em Poços o Âncora Coffee. Cafeteria das boas, focada nos especiais. “Fui conhecendo pessoas. Fiz amizade com o pessoal, com a Déa [dona da cafeteria]. Eles até me chamaram pra aprender lá. Fui pro balcão e aprendi sobre água, intensidade, fui entender mais sobre torra”. Uma escola prática que continuou quando a filha de produtores, que pegava seu lote e torrava ali por perto, “pela cor”, se juntou a uma amiga que se tornou mestre de torra. Aí pronto! “Ela comprou equipamentos, fez curso e ia me ensinando. Eu levava o café, e a gente fazia juntas. Um Q-Grader [provador profissional e certificado] provou meu café e vi todos os detalhes que ele encontrou. E aí meu universo se abriu!”, contou a Sandra.
Já lá em 2018, ela conheceu a Semana Internacional do Café (SIC) ao vivo. “Não sabia nem no que me inscrever, era muita coisa. Me informei, fiz cuppings, conheci o famoso Caparaó [região produtora premiada]. Voltei com a cabeça fervilhando!”. A ida ao maior evento de café do Brasil fez ela dar um gás nos ‘pacotinhos’. A caboverdense (e poços-caldense de coração) fez vários cursos. Foi mudando a identidade do café. Mas o nome, Fuca, se manteve. “É um apelido de vó”, lembra ela, com carinho.
Pra Sandra, a marca é uma expressão de si mesma. “É uma forma militância. O Fuca eu prezei para passar a mensagem que é feito por muitas mãos. É uma rede, inclusive com quem consome. Tem essa valorização do pequeno produtor, tudo feito com microlotes”, explica ela.
Nova identidade do Fuca. Mãos que fazem o alimento!
Esse ano, a marca ganhou visual novo. “Todos os desenhos foram feitos por mulheres. E o café bem feito é alimento e medicina. A repercussão do que a gente ingere, é uma medicina da terra. Com ele, aprendi a respeitar o tempo da terra”. Concordo tanto com ela! E olha essa identidade, que trem mais lindo.
Um café equilibrado
Daí, eu provei o Fuca! Tchanãn. E minhas impressões combinam muito com o que a Sandra me falou. É um café do dia a dia! Equilibrado. Tem doçura e acidez bem sussa. Daqueles fáceis de tomar em família. É essa a sensação que tive. E a família aqui concordou.
É bom pra tomar junto com: doces! Fiz ele coado na Hario V60, acompanhado de um panetone… que, olha! Delícia.
Variedade: catuaí Colheita: manual e com equipamento Secagem: em média, uma semana rodando os grãos no terreiro de cimento. Depois? Vai pro secador mecânico Torra: hoje, é feita pelo Sanches Cafés Valor: 15 reais o pacote com 250 gramas. Tem em grãos ou moído! Como comprar? Chama no instagram @cafefuca ou no e-mail: contatofuca@gmail.com
Aproveita pra seguir este blog também no instagram @blogexperimental
Quer me contar a história da sua produção também? Vou amar te ouvir! Deixa um alô aqui ou no e-mail thais.blogexperimental@gmail.com.