experimentei congelar café pra durar mais

e aí, será que dá certo?

guardar café na geladeira não rola. mas e no congelador? *alerta polêmica* (nunca achei que ia usar tanto esse aviso aqui nesse blog kkkkring)

eu achava muuuuito estranha essa ideia de congelar café (em grãos) para conservar por mais tempo. e adianto que há controvérsias até entre os especialistas que já li e ouvi… MAS, né. experimentar é a regra por aqui.

ok, na verdade eu apelei pra isso porque do mais absoluto NADA me tornei uma acumuladora de cafés. recebidos reais 💛, cafés que ganhei de amigues 💛 e comprados gringos! ou seja, desespero pra tomar tanto café sem perder os sabores e cheirinhos e tudo mais.

por isso, decidi experimentar congelar alguns deles. a ideia é conservar os sabores e aromas… tentar paralisar mesmo o processo de envelhecimento por um tempo. e quando tiver espaço pra ele, aí sim, abrir a embalagem e consumir. e a experiência…

… deu bom quando:

  • eu decidi mandar pro freezer logo. sem enrolação. chegou, foi pro freezer.
  • escolhi os cafés em pacotes mais ‘isolantes’ quanto fosse possível. fechadíssimo. a vácuo, etc.
  • tinha muitos cafés ao mesmo tempo. e assim, consegui provar cada um de uma vez, e acredito que no melhor que cada um tinha pra oferecer.

minhas impressões quando tirei do freezer e logo moí é que isso até facilitou o processo da moagem. mais uma vez, Keiko Sato estava certa. quem acompanha este blog sabe que aqui celebramos essa pequena mestra do café (segue ela lá no insta, aliás @akeikosato). ela foi uma das que me incentivou a congelar grãos.

claro, nem tudo é só alegria… por isso, quando tive experiências ruins, fiz o que qualquer adulta madura faria: chorei muito pois o café está caro demais pra desperdiçar!!! e depois refleti sobre o que eu tinha feito de diferente…. e que poderia ter zuado o rolê. confira meus erros pra não chorar pelos mesmos motivos:

deu ruim quando:

  • usei café com embalagem de papelão por fora. por maaaais que o café mesmo estivesse dentro de uma embalagem metalizada, senti que o papelão absorveu muita umidade… e, enfim, deu ruim.
  • deixei tempo demais no freezer. lembrem-se crianças, a oxidação chega pra todos… mesmo os que tentam se auto congelar pra sempre, rs.
  • tirei do freezer e demorei pra consumir. vide motivo acima :B.

mas e tu? já fez esse teste? quero muito saber se deu bom! e pegar mais diquinhas de como manter meu café delícia por mais tempo. ou do que ~evitar~ fazer.

vamo se falando?

aproveita e me segue no instagram @tha.experimentando! lá eu mostro quais cafés ando tomando... lugares que fui! e outras experimentações do dia a dia. (além dos perrengues do proletariado brasileiro pra tomar cafés bãos).

cê também pode receber conteúdo novo por e-mail! é só assinar a minha Experimental News aqui ó. é quinzenal. de graça. coisa boa mesmo!

tour cafeinado por Andradas, no Sul de Minas

turismo no Sul de Minas? contei tudo do toru por Andradas. tem cafés especiais de agricultura familiar, vinhos e até um irresistível doce de banana. 😛

turismo no Sul de Minas? é pra já! Andradas tem cafés especiais de agricultura familiar, vinhos e até um irresistível doce de banana.

o Sul de Minas foi feito pra visitar. se achegar. e com um cafézin na mão, então… ahhh. é certeza que a mesa vai estar cheia. mas Andradas é uma cidadezinha dessas que guarda bem mais surpresas.

de agricultura familiar a vinhos e até uma barrinha de doce da banana de lamber os beiços! só de cafeicultura, o município mineiro tem maisde 1.200de pequenas propriedades.

A vista a partir do cafezal da Juliana Lanzani e família.

eu tive a sorte de conhecer algumas famílias ali da região. à convite da Associação da Região Vulcânica, este ano, estive por lá com um grupo de mulheres incríveis. e é o nosso tour que vou deixar registrado aqui. se preparem para fotos de paisagens incríveis e ambientes aconchegantes demais da conta (mais abaixo).

a gente fez um roteiro todo pensado pelo Ulisses Ferreira, que é especialista em comércio justo, o Fair Trade, e tá trabalhando muita na Região.

foi de encher os olhos conhecer a Associação dos Cafeicultores do Bairro Gabirobal, a Acafeg. eles também trabalham com comércio justo. e eu amo demais ver o que pequenos produtos conseguem fazer quando se associam! quem nos recebeu lá foi a querida Aline Benevene Manzoli. também conheci lá a Tamires o seu Domingos, e mais gente querida.

visitamos a lavoura da família Crochiquio, que fica na incrível Serra dos Limas. VALE MUITO A VISTA! eles tem o Café Filhos de José e pensavam em investir em uma pousadinha. eu passaria dias lá, viu? também fomos até a propriedade e casa da Juliana Lanzani, que com a filha tem o @emporiothereza.

e aí, ambas as visitas foi aquela recepção mineira, né mores? comida pra mais de metro. café a rodo… pé de árvore frutífera aqui… docinho pra lá… sol se pondo de babar… só amor. espero que dê pra sacar um pouquinho pelas fotos:

cafés

aliás, olha que turminha boa que tava nesse tour! além da Keiko, teve a Mari Proença, o Ulisses, e equipes da CaféBras, da Farmly, e da prefeitura de Andradas.

bananinhas em barra

acreditem ou não, uma das coisas que mais AMEI nesse roteiro foram as bananas. no pé também, claro. mas principalmente as que viraram doce. fizemos essa parada na fábrica de bananinhas e fomos tão bem-recebidos. nossa!

o nome da marca é Doces Lopes. e fica ali no bairro de Gabirobal. Ali, acompanhamos o processo para fazer as barrinhas. e, claro, provamos esse doce delicioso. e levamos caixas e caixas pra casa. LITERALMENTE.

comer fruta direto do pé é bom. mas você já comeu doce recém-feito na fábrica? :B

flores, vinhos e tanto mais

a real é que meu foco nesse roteiro foi mesmo no café. mas Andradas tem tanto mais! uma das coisas que me encantou ali é a diversidade. de plantações e possibilidades. entre turismo e esportes radicais, a cidadezinha tem, ainda, muito vinho.

prova disso é a Casa Geraldo. conhecida na região, o lugar tem um espaço lindo de degustação. e o melhor: cercado pelos vinhedos. coisa linda que ainda quero muito vivenciar.

fora isso, descobri esse ano que Andradas tá florescendo. literalmente! a cidade se tornou a maior produtora de rosas do País. tem também muito orquidários que, mais uma vez, sou doida pra visitar! e fotografar, claro.

E você, já visitou Andradas? Tem dicas aqui na região? Conta aqui e no instagram.com/tha.experimentando! Aliás, por lá fiz vídeo contando sobre o café da Tamires, uma das agriculturas dessa terrinha que eu conheci! Vem saber mais (e deixar seu like, né?)


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Processando…
Sucesso! Você está na lista.

Curso de Barista do Santo Grão: do zero a ser capaz!

Há alguns meses, fiz pela segunda vez um curso de Barista Básico! HÃN? Duas vezes o mesmo módulo? Sim! Eu podia dizer que sou de Peixes, mas só sou doida mesma. Na primeira vez que acompanhei esse curso, eu trabalhava na comunicação do Santo Grão.

Lá, eu vi o trabalho do barista de um outro jeito. A ponta final desse linha do café. O dia a dia, os clientes. O olho no olho. Vi como pode ser apaixonante! Científico e matemático. E pé no chão. Todos os sentidos à postos.

Mas eu nunca tinha me permitido realmente parar de ver e FAZER. Acompanhei a aula… mas com a cabeça pensando no que escrever… e não em viver o ‘ali’.

Agora, tive uma experiência completamente diferente. E aqui vão as dicas de uma aprendiz de barista de segunda viagem:

Mão na massa!
Esse módulo tem três dias de conhecimento. E muita mão na massa! Por isso eu curti tanto. Escrevo sobre café há anos, mas quando você tá de frente a uma máquina de espresso… é ooooutra coisa. Por isso, indico dar uma pesquisada. O curso que você tá pensando em fazer tem teoria e prática?

Atenção para o agora
Você já meditou? Para mim, viver é meditar. A cabeça começa a viajar… e você percebe. E se lembra do que está vivendo neste momento. E volta para o momento. E o ciclo segue… é a tal da busca pela atenção plena.
Aprender a extrair um espresso, é muita atenção plena! A ideia da presença, inclusive, já foi uma das filosofias do Santo Grão. Acho que para muita coisa segue válida. Inclusive, nos cursos.
Escolher bem para confiar
Tem muitas escolas massas por aí… mas qual delas tem Keiko Sato? Dá pra ver o brilho no olho dessa japinha a cada aluno com quem ela troca experiências! Ela é professora dos cursos do Santo Grão. Cuidadora da qualidade dos cafés da rede. Barista chefa. Mestra de torra. Ufa
E tem uma coisa que eu considero primordial em uma professora. Tranquilidade. Ela dá uma segurança pros alunos, sabe? Sobre a possibilidade de tentar de novo. E, aos poucos, se apaixonar por café também. Maravilhosa. E minha amigona! (E, cara, eu escolho bem meus amigos, visse?).

Tudo é novo
O café é um trenzinho. Planta. Semente. Bebida. Polpa. Casca… É bom se preparar para ampliar sua ideia sobre tudo isso. E aproveitar ao máximo cada um destes três dias! Faz…faz de novo! O bacana do curso do Grão é que cada um vai ter tempo de colocar a mão na massa mesmo. E tirar dúvidas. Calma e se joga!

Treine e treine e treine
🙂 Como a Keiko diz, se você já trabalha em cafeterias… aproveite para colocar o máximo que conseguir em prática!

Eu, por exemplo, estava segurando a xícara de um jeito totalmente desconfortável nos primeiros dias. Veja meu semblante de sofrimento kkkk Ainda bem que a gente pode melhorar com o treino 🙂


Ei, psiu! Tem + conteúdo aqui ó: https://www.instagram.com/blogexperimental/

Jardin do Centro – café, plantinhas & preço justo

A louca das plantinhas. E dos cafés! As definições de ambiente delicioso foram atualizadas.

Quer combinação mais amorosa que um café cheio de plantinhas? Eu quero! E a Jardin do Centro acertou! Já fazia tempo que queria conhecer essa cafeteria, que também é loja de plantas. Ela fica pertinho do metrô Higienópolis. E é um baita passeio de domingo bão.

Preço justo pra café delicioso

Bom, além do verde e da cafeína, a Jardin ajustou recentemente seus preços… pra baixo! Vi o anúncio no Instagram e me chamou bastante a atenção! Não é todo dia que uma empresa resolve cobrar menos, certo? A ideia deles é preço mais acessível pra receber mais gente, mais vezes. Me gusta.

O café coado que tomei – e estava muito bom! – custou apenas R$3,50.
O método foi Melitta. Aquele coador clássico nosso de cada dia. E os grãos são do Café do Centro, da linha Origens. Eles também tem espresso (3,50), cold brew (7), prensa francesa (9) e cappuccino (6). Hum, já quero voltar pra provar outro dia.

Delícias da casa

Mas… quero compartilhar o que escolhi para acompanhar o café. Gente, por favor, ESSA DUPLA: café coado + sorvete artesanal!!!


   
Plaquinha da alegria: sorvetes artesanais à vista!

Lá tem sabores bem diferentes tipo ‘canela’ e ‘paçoca’ e bem brasucas tipo ‘jabuticaba’.
Eu escolhi o sabor de cupuaçu. Bem Brasil, bem refrescante. E com aquele azedinho do cupuaçu de dupla pro café docinho. Indico essa dupla!

Como fui no horário de almoço, aproveitei pra provar a feijuca vegana deles. Eu confesso que senti falta de um sabor mais marcante… Mas quer saber? Uma das coisas que me conquista nesse café é o quanto eles vendem o que acreditam. E fazem bem e bem servido! (Se liga na fotinha).

 

A alegria no rosto de quem acertou na escolha do sorvete de cupuaçu + café coado ❤

BÔNUS do veludo roxo:

a loja de plantas é no mesmo local da cafeteria. Tem tanta plantinha diferente! Não resisti a esse veludo roxo maravilhoso. Conheci essa planta na casa de uma amiga artista maravilhosa, a Jess. Na Jardin, também tem o vaso e o pratinho. Quite completo e um domingo aproveitado com sucesso:

Tour pelo que vi de incrível na Semana Internacional do Café 2019

Espresso, na Hario, preparo árabe… licor de café, ou cascara?!

Se tem três dias que eu tiro para ficar doidona de cafeína são os da Semana Internacional do Café (SIC)! O maior evento do Brasil dedicado à bebida.

O que vi na SIC 2019? O que chamou a atenção

 
Meditando para decidir quais momentos escolher… Foto: @pokegiu

Cafés bem no meio do Ceará

Para começar, muitos produtores do Ceará! Eu já tinha escrito sobre o Maciço do Baturité em 2015, mas era algo muito distante… até que conheci o Francisco Uchôa. Produtor de café sombreado nessa região ancestral. O café chegou lá entre os séculos 18 e 19! E ainda tem cafeeiro plantado em 1900.

Ele é cafeicultor e levou turismo rural ao Sítio Águas Finas! Tem trilhas e experiências na lavoura. Ah! E crianças de um projeto de música local, que se apresentam pros visitantes. Coisa linda de ouvir ele contando.

Eles também torram, viu? O café arábica da variedade café Typica é embalado em diversas opções do Café Uchôa. Aliás, o presidente da Afloracafé – Associação de Cafeicultores da Serra de Baturité – Frederico Yan, me contou que todos os 16 associados tem marcas de café torrado! É café cearense pra todos os gostos. 

 
Eu e o Seu Uchôa, tomando cafés cearense! ☕🌺 Fotos: Thais Fernandes

Esse encontro bom aconteceu porque pela primeira vez eu mediei um painel! Para mim, que vou a SIC desde 2014, quando cuidava do site CaféPoint (dá uma olhada na última fotinha!), foi uma surpresa deliciosa mediar.

De turismo rural a Airbnb Experiências

O papo ‘Como Agregar Valor ao Seu Negócio’, que participei, me deu a oportunidade de conhecer o Seu Uchôa e a Anna Claudia, do Cafetelier. Ela abriu essa cafeteria em Ouro Preto (MG). E descobriu aos poucos como tornar a paixão algo rentável. Hoje, além do café bem localizado no centro da cidade, a Anna oferece atividades para turistas. Ela criou degustações no Airbnb Experiências. É muito maravilhoso ver uma mulher a frente de um trabalho inovador assim.

Foi muita generosa essa conversa. Esses dois! 💖

A querida Anna Claudia, do Cafetelier contando sua história. E eu, anotando e registrando em fotos, antes do nosso bate-papo com o Seu Uchôa! Foto: Cafetelier
Robustas de Rondônia!

Falando em regiões surpreendentes, você já tomou café de Rondônia? O estado está apostando em qualidade. E da espécia canéfora! Isso, nadica de arábica. Antes de torcer o nariz, sugiro experimentar. Esse ano, os produtores fermentaram o café. Processo de mais de 20 dias. Muita gente envolvida! E um resultado… bem doce na xícara!

Lá, tem café produzido por indígenas! Contei mais sobre isso em uma matéria especial que fiz para a agência onde trabalho. Inclusive, tem os indígenas, robusta, o Seu Uchôa, e um campeão que produz agricultura sintrópica! (Conto mais dessa último aqui nesse texto mesmo, vai rolando a página…)

 
Café é coisa do Brasil todo! Rondônia representou nessa SIC! Fotos: Thais Fernandes

Coffee of The Year

Aliás, quem venceu o Coffee of The Year Canefora (prêmio criado pela SIC) foi o agora BICAMPEÃO Luiz Claudio! Do Espírito Santo, ele produz no Sítio Grãs de Ouro. Sei que é um querido porque já o entrevistei! Honra. E contei a história dele no microlote produzido pelo Santo Grão – que por sinal, já esgotou!
E o de arábica? Willians Valério, do Sítio Recanto dos Tucanos. É o Willians que produz com a agricultura sintrópica! São técnicas agroflorestais. Muita mata nativa. E amor pelo café – claro. História incrível que conheci através da Mariana Proença e da Giuliana Iannaco, da Revista Espresso.
  

 
                   Luiz Claudio: bicampeão no canéfora!                                    Agrofloresta na produção dos campões do arábica!  
Fotos: Thais Fernandes            


LANÇAMENTOS

Licor de café conilon

Mais do que produtores determinados de robusta… teve licor com esses grãos! O lançamento foi da Soul Cafés, de Blumenau, com parceiros locais. Eles já trabalham com licor de grãos arábica. Esse, do conilon, é edição limitadíssima! Só 100 garrafas.

Foto: Thais Fernandes


Novos cafés da Mantissa

Essa fazenda é muito querida. Ali no Sul de Minas, a Mantissa tem um trabalho enorme desde produção de qualidade até torra e venda. Agora, a marca que antes tinha apenas um café nas gôndolas, lançou uma linha inteirinha!

O Léo Custódio, mestre de torrado, provador, que cuida da qualidade da marca… e é um querido!, me preparou o Catuaí Amarelo. E olha como estava fresquíssimo:

  
Fotos: Thais Fernandes

Fotos: Thais Fernandes

Cascara tea, eu tea amo!                                                                                        Eu sou apaixonadaaaa por cascara! O chá feito com a casca de café. E olha só quem encontrei? Essa garrafinha de chazim gelado Cascara! É feita pelo Grandpa Joels Coffe. Eles vendem em Santa Rita do Sapucaí, onde fica a produção própria de café! And, na cafeteria em Santos, litoral paulista.


Mulheres que fazem o café

As produtoras maravilhosas que venceram o Florada Premiada. Concurso patrocinado pela 3 Corações, e que lança cafés das vencedoras! É significativo ver grãos torrados com os nomes delas. No Brasil todo! (E, sim, é o Padre Fabio de Melo nas fotos. Ele é o novo parceiro da marca nesse projeto:) )


  
 Vencedoras: Maria Simone Borges, na categoria via seca; e Daiana Aparecido Silva, em via úmida

Fotos: Thais Fernandes

Falando em mulheres incríveis, fiquem com essa foto de um pedacinho da equipe que faz a Revista Espresso e o CaféPoint acontecerem:

Eu matando a saudade do site que fiz por 3 anos; e as novas donas do conteúdo CaféPoint: Naty Camoleze e Gabi Kaneto ❤

Moquinha: um mini grão

Mini café.

Cê já ouviu falar de moquinha? Moca! Pros gringos ou quase: peaberry.

São cafés pequenos. Redondos. E, antes da torra, eles são uma só semente com o fruto todo dela! 
A diferença é que, geralmente, cada fruto de café tem 2 sementes. E aí? O moca, com uma só, saí assim: pequeno.

Como se diz no mercado profissional, peneira abaixo de 13. 
É! Café passa por uma seleção em várias ‘peneiras’ mesmo. Cada uma de um tamanho. E o moquinha caía em todas. Não ficava nem na 13 – a menorzinha.



Já teve fama ruim por conta disso… “Café miúdo? Não pode ter valor”, pensavam.
Mas agora tem muitos apaixonados por ele! Por ser menor e com uma semente só, esse grãozinho reuniria mais doçura. Será?

Nesse trabalho de pós-graduação a Renata Cássia chegou nessa conclusão ó:
“No teste de xícara realizado, observou-se que o grão chato apresentou melhor
avaliação global de bebida e o grão moca apresentou melhor pontuação com relação à doçura”.


Então, quer doçura? Vem de moquinha! Um bem gostoso e mais fácil de encontrar é o da Unique Cafés:

Doce ou não, só seu paladar pode te dizer. Bora provar? Conta lá no @blogexperimental.

Deixe café pago para o próximo na Motherland Coffee – na África do Sul

Por Thais Fernandes 

P
ara aquecer meu coração nesse friozinho… comecei a me lembrar das aventuras em Cape Town, um ano atrás. Deu saudade! Em Cidade do Cabo eu conheci o mundo! Como é que sairia de lá sem conhecer os cafés? Hora de colocar esses grãozinhos para trabalhar a meu favor. Falar inflês e viver! E, fora que já tinha dado aquele café solúvel das escolas, casas... OMG. 


Assuntando com os sul-africanos. Upando o nível de cafeína no organismo. Assim meus dias passaram deliciosamente. E aqui vão minhas lembranças mais quentinhas das melhores cafeterias que visitei na África do Sul. Começando por essa:
  

Motherland Coffee Company – share your love! 

Lembra que Cidade do Cabo é conhecida como Mother City? ❤ Com muita fofura, a Motherland Coffee Company se apropriou do apelido. E criou uma cafeteria no centro da cidade. Clima de inverno lá fora – quentinho lá dentro. Olha só essa belezinha.

Isso aí. Você podia deixar um café pago para o próximo + recadinho compartilhando amor. Muito motherland, sim. E os cafés? Espresso bem tirado pra mim. Cappuccino pra Alice, com direito a latte arte de coração. 

Love this place: 

Como dizia uma das paredes do MotherLand, Africa is the future”. I totally agree!

Onde fica? Mandela Rhodes PlaceWale St & Georges Mall, Cape Town City Centre, Cape Town, 8000, África do Sul